você olha pras luzes intermináveis e enxerga, você sabe que ela cai mas não sente, aquela buzina de trilha sonora ao fundo, a pressa, marginais e magnatas... é em momentos assim que eu sinto orgulho dela, quase sempre inebriado, e até disso eu me isento, ela te atrai, o certo fica chato e subliminar quando o sol vai embora.
boêmia desvairada, você é asas para a imaginação
musa de poetas e atores, pintores, escultores, tão linda, tão bela
viajando por seus tons cinzentos faço de você minha aquarela
são paulo, que sutileza o teu amanhecer
quero sonhar, fantasiar tuas saturnais
na metamorfose, luzes artificiais, brilhos de neon
a lua atrás do arranha-céu
devoção e poesia um palco e vil-metal
asfalto...
eu não sei mexer nessa merda, nenhum post fica do jeito que eu quero